(Jurassic World)
EUA-China/2015
De Colin Trevorrow (Sem Segurança Nenhuma)
Com Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Irrfan Khan, Vincent D’Onofrio, Nick Robinson, Ty Simpkins, Omar Sy
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0369610/?ref_=hm_cht_t0
Aventura
Depois de 22 anos dos eventos de Jurassic Park, a ilha Nublar agora é um parque temático de sucesso, porém há uma queda nos últimos anos da venda de ingressos. Com isso, há um projeto que pretende apresentar ao público um novo dinossauro, uma espécie híbrida, que ao mesmo tempo torna-se bastante promissora para os executivos do parque mas também muito perigosa.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, que tem novamente Steven Spielberg como produtor executivo, já é um grande sucesso de público, tendo batido a marca de um bilhão de dólares de bilheteria em apenas duas semanas. A trama segue praticamente a mesma dos anteriores: os dinossauros saem do controle e atacam o grande público.
Temos que procurar o Groot nesta vila!
Se não há muitas novidades, o espectador pode esperar uma grande diversão e nostalgia aos filmes de aventura da década de 80, muitos deles dirigidos pelo próprio Spielberg. Estão lá a mistura de romance, humor e cenas de ação, com a sempre presente dupla de irmãos adolescentes em perigo, além do vilão caricato (dessa vez interpretado por Vincent D’Onofrio).
Os efeitos especiais são espetaculares e o 3d ajuda na imersão. A história tem algumas pontas que não mostram a que vieram, as cenas carregadas de ironia entre a dupla principal são impagáveis, com Chris Pratt provando que continua cheio das tiradas no estilo de seu personagem anterior em “Guardiões da Galáxia” e o que o espectador continua esperando mais é a mesmo a hora dos dinossauros aparecerem e atacarem.
Nesse ponto, “Jurassic World” não decepciona e apresenta o filme tanto para os novos fãs 9com efeitos nunca antes vistos nos filmes das franquias) como para os tradicionais, acrescentando várias homenagens aos filmes anteriores. Um blockbuster como só Spielberg consegue arquitetar, mesmo que só ficando na produção.
NOTA 8,5
segunda-feira, junho 29, 2015
terça-feira, junho 23, 2015
BATTLESTAR GALACTICA: SANGUE E CROMO
(Battlestar Galactica: Blood & Chrome)
EUA/2012
De Jonas Pate (O Psicólogo, Battlestar Galactica – série, Caprica – série)
Com Luke Pasqualino, Ben Cotton, Jill Teed, Karen LeBlanc, Lili Bordán
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1704292/?ref_=nv_sr_4
Ficção Científica
As aventuras do jovem William Adama na primeira guerra entre os humanos e os cylons.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme segue a mesma linha da série Caprica, que procura contar a história dos eventos que antecederam a invasão dos cylons com a consequente destruição das doze colônias e a fuga dos humanos sobreviventes, mostrada na famosa série Battlestar Galactica.
Vou sentir os cylons na pele...
Logicamente esse flashback não seria muito fácil de cair nas graças do público, ainda mais sabendo que a série é referência em ficção científica (tanto a mais antiga quanto a mais nova) e tem uma boa dose de situações dramáticas que fazem até com que as cenas de ação e ficção se tornem pano de fundo.
Nessa parte da história, intitulada “Sangue e Cromo”, o diretor Jonas Pate trabalha com um elenco novo, e não muito carismático, em um filme que prioriza cenas de ação, demonstradas nas longas batalhas entre vipers e raiders. O que o espectador acaba vendo é um William Adama com menos conflitos internos e mais guerreiro, o que foge um pouco do padrão de personagens que acostumamos a ver em Galactica.
De resto, o filme tem boas cenas de ação e rende boas homenagens à série, porém se esperava mais. Os fãs ainda esperam por uma trama com personagens tão complexos quanto um Gaius Baltar ou um Saul Tigh e decididamente não foi dessa vez que apareceu uma trama assim.
NOTA 7,0
EUA/2012
De Jonas Pate (O Psicólogo, Battlestar Galactica – série, Caprica – série)
Com Luke Pasqualino, Ben Cotton, Jill Teed, Karen LeBlanc, Lili Bordán
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1704292/?ref_=nv_sr_4
Ficção Científica
As aventuras do jovem William Adama na primeira guerra entre os humanos e os cylons.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme segue a mesma linha da série Caprica, que procura contar a história dos eventos que antecederam a invasão dos cylons com a consequente destruição das doze colônias e a fuga dos humanos sobreviventes, mostrada na famosa série Battlestar Galactica.
Vou sentir os cylons na pele...
Logicamente esse flashback não seria muito fácil de cair nas graças do público, ainda mais sabendo que a série é referência em ficção científica (tanto a mais antiga quanto a mais nova) e tem uma boa dose de situações dramáticas que fazem até com que as cenas de ação e ficção se tornem pano de fundo.
Nessa parte da história, intitulada “Sangue e Cromo”, o diretor Jonas Pate trabalha com um elenco novo, e não muito carismático, em um filme que prioriza cenas de ação, demonstradas nas longas batalhas entre vipers e raiders. O que o espectador acaba vendo é um William Adama com menos conflitos internos e mais guerreiro, o que foge um pouco do padrão de personagens que acostumamos a ver em Galactica.
De resto, o filme tem boas cenas de ação e rende boas homenagens à série, porém se esperava mais. Os fãs ainda esperam por uma trama com personagens tão complexos quanto um Gaius Baltar ou um Saul Tigh e decididamente não foi dessa vez que apareceu uma trama assim.
NOTA 7,0
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-FICÇÃO,
2012,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
quinta-feira, junho 18, 2015
OBLIVION
(Oblivion)
EUA/2013
De Joseph Kosinski (Tron: O Legado)
Com Tom Cruise, Morgan Freeman, Olga Kurylenko, Nikolaj Coster-Waldau, Melissa Leo
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1483013/?ref_=fn_al_tt_1
Ficção Científica
Um sujeito cuja missão é extrair recursos de uma Terra devastada e inabitada começa a questionar sobre os motivos de sua missão e sua identidade.
Confira abaixo o trailer do filme:
Os filmes mais recentes de Tom Cruise (como o bom “No Limite do Amanhã”) mostram que o ator anda escolhendo bem seus papéis, ao contrário de outros astros que metem os pés pelas mãos, como Nicolas Cage, só para citar um exemplo.
Entramos para a patrulha da noite?
Nesta ficção científica, temos novamente um cenário pós-apocalíptico, só que desta vez a trama não apenas foca nas cenas de ação e sim em várias camadas de mistério que vão se revelando ao espectador aos poucos. De início, temos apenas uma dupla de “mineradores” de recursos, a mando de uma organização, para colher recursos do planeta, cujos habitantes já estão em outro lugar.
O serviço da dupla parece monótono, salvo as ameaças dos inimigos, que vez ou outra atacam. O ritmo muda quando uma misteriosa mulher aparece e o personagem de Tom Cruise logicamente vai ajudar e aos poucos vai descobrindo que as pessoas ao seu redor não são o que parece ser e ele mesmo se questiona sobre seu passado e sua missão no planeta.
O novato diretor Joseph Kosinski mostra que tem potencial e apresenta uma história com duração na medida, com reviravoltas e suspense que nem toda ficção científica recente parece seguir. Vale a pena acompanhar até o final e descobrir que segredos guarda cada grupo de personagens que aparecem ao longo da história.
NOTA 8,0
EUA/2013
De Joseph Kosinski (Tron: O Legado)
Com Tom Cruise, Morgan Freeman, Olga Kurylenko, Nikolaj Coster-Waldau, Melissa Leo
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1483013/?ref_=fn_al_tt_1
Ficção Científica
Um sujeito cuja missão é extrair recursos de uma Terra devastada e inabitada começa a questionar sobre os motivos de sua missão e sua identidade.
Confira abaixo o trailer do filme:
Os filmes mais recentes de Tom Cruise (como o bom “No Limite do Amanhã”) mostram que o ator anda escolhendo bem seus papéis, ao contrário de outros astros que metem os pés pelas mãos, como Nicolas Cage, só para citar um exemplo.
Entramos para a patrulha da noite?
Nesta ficção científica, temos novamente um cenário pós-apocalíptico, só que desta vez a trama não apenas foca nas cenas de ação e sim em várias camadas de mistério que vão se revelando ao espectador aos poucos. De início, temos apenas uma dupla de “mineradores” de recursos, a mando de uma organização, para colher recursos do planeta, cujos habitantes já estão em outro lugar.
O serviço da dupla parece monótono, salvo as ameaças dos inimigos, que vez ou outra atacam. O ritmo muda quando uma misteriosa mulher aparece e o personagem de Tom Cruise logicamente vai ajudar e aos poucos vai descobrindo que as pessoas ao seu redor não são o que parece ser e ele mesmo se questiona sobre seu passado e sua missão no planeta.
O novato diretor Joseph Kosinski mostra que tem potencial e apresenta uma história com duração na medida, com reviravoltas e suspense que nem toda ficção científica recente parece seguir. Vale a pena acompanhar até o final e descobrir que segredos guarda cada grupo de personagens que aparecem ao longo da história.
NOTA 8,0
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2013,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, junho 17, 2015
RIO 2
(Rio 2)
EUA/2014
De Carlos Saldanha (A Era do Gelo, A Era do Gelo 2, A Era do Gelo 3, Rio)
Com Jesse Eisenberg, Jamie Foxx, Andy Garcia, Anne Hathaway, Jemaine Clement, Rodrigo Santoro
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2357291/?ref_=fn_al_tt_1
Animação
Blu e Jewel, agora com três filhos, viajam do Rio de Janeiro para a selva amazônica. Chegando lá, eles precisam escapar do vingativo Nigel, além de se depararem com a família de Jewel.
Confira abaixo o trailer do filme:
Nesta nova aventura do sucesso de 2011, parece que temos todos os elementos novamente, como a eterna mensagem de preservação à natureza e contra a extinção dos animais, porém falta exatamente o que dá nome ao título: mostrar mais o Rio de Janeiro.
Pai, estamos azuis de fome!
A história se passa praticamente toda na Amazônia. Mesmo que seja bom para uma franquia não se repetir, também é importante manter uma unidade com sua premissa original. E se um filme chama-se “Rio”, se deduz que o desenrolar da história seja neste local. Tirando este fato, a trama se desenrola bem, com uma trilha sonora bastante interessante (e que quase conseguiu três indicações ao Oscar, ficando nas últimas peneiras.
O que conduz a trama é o conflito entre Blu, que quer se manter protegido e longe da floresta, e Jewel, que acaba de reencontrar sua família, que vivem isolados dos seres humanos e preferem assim. Blu, além de se confrontar com seu sogro e com um pássaro vaidoso e que parece querer conquistar Jewel, precisa convencer a todos de que nem todos os humanos são ruins e que a convivência vale muito a pena, quando se escolhe as pessoas certas.
Nesse ponto, “Rio” apresenta bem sua mensagem, porém de forma menos divertida e impactante que a primeira aventura. Ainda assim, manteve bom público e tem tudo para conquistar o terceiro filme. Só espera-se que dessa vez as aventuras de Blu e Jewel se concentrem na cidade maravilhosa.
NOTA 7,0
EUA/2014
De Carlos Saldanha (A Era do Gelo, A Era do Gelo 2, A Era do Gelo 3, Rio)
Com Jesse Eisenberg, Jamie Foxx, Andy Garcia, Anne Hathaway, Jemaine Clement, Rodrigo Santoro
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2357291/?ref_=fn_al_tt_1
Animação
Blu e Jewel, agora com três filhos, viajam do Rio de Janeiro para a selva amazônica. Chegando lá, eles precisam escapar do vingativo Nigel, além de se depararem com a família de Jewel.
Confira abaixo o trailer do filme:
Nesta nova aventura do sucesso de 2011, parece que temos todos os elementos novamente, como a eterna mensagem de preservação à natureza e contra a extinção dos animais, porém falta exatamente o que dá nome ao título: mostrar mais o Rio de Janeiro.
Pai, estamos azuis de fome!
A história se passa praticamente toda na Amazônia. Mesmo que seja bom para uma franquia não se repetir, também é importante manter uma unidade com sua premissa original. E se um filme chama-se “Rio”, se deduz que o desenrolar da história seja neste local. Tirando este fato, a trama se desenrola bem, com uma trilha sonora bastante interessante (e que quase conseguiu três indicações ao Oscar, ficando nas últimas peneiras.
O que conduz a trama é o conflito entre Blu, que quer se manter protegido e longe da floresta, e Jewel, que acaba de reencontrar sua família, que vivem isolados dos seres humanos e preferem assim. Blu, além de se confrontar com seu sogro e com um pássaro vaidoso e que parece querer conquistar Jewel, precisa convencer a todos de que nem todos os humanos são ruins e que a convivência vale muito a pena, quando se escolhe as pessoas certas.
Nesse ponto, “Rio” apresenta bem sua mensagem, porém de forma menos divertida e impactante que a primeira aventura. Ainda assim, manteve bom público e tem tudo para conquistar o terceiro filme. Só espera-se que dessa vez as aventuras de Blu e Jewel se concentrem na cidade maravilhosa.
NOTA 7,0
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-ANIMAÇÃO,
2014,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
terça-feira, junho 16, 2015
O SAL DA TERRA
(The Salt of the Earth)
França-Brasil-Itália/2014
De Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado (A Letra Escarlate, Paris Texas, Asas do Desejo, Buena Vista Social Club, Estrela Solitária)
Com Sebastião Salgado, Wim Wenders, Juliano Ribeiro Salgado
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt3674140/?ref_=fn_al_tt_1
Documentário
Por mais de 40 anos, o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado tem viajado pelo mundo registrando as grandes mudanças da humanidade.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, indicado ao Oscar de Melhor Documentário, acompanha a trajetória de um dos maiores fotógrafos do mundo, que coincide com vários marcos da história. Sua obra é composta basicamente de fotos em preto e branco magistralmente orquestradas para apresentar um painel que simplesmente compõe a vida humana.
Você já foi em Paris ou Texas?
Por meio das fotografias e de entrevistas com o fotógrafo e seus familiares, Wim Wenders mostra como a força das imagens afetou a própria vida de Sebastião Salgado. O espectador acompanha quadro a quadro as explicações dos ângulos e os sentimentos conflitantes que moldaram a vida do realizador.
O documentário exalta tanto as qualidades de Salgado com uma arte na qual não foi a sua primeira escolha profissional quanto as mudanças feitas em decorrência desta arte. As imagens registradas por ele são muito fortes, sobretudo de crianças africanas afetadas pela fome. O mundo apresentado por Salgado é assustadoramente real e impactante.
“O Sal da Terra” apresenta ao espectador momentos de reflexão, no qual todos se questionam qual o papel do ser humano na Terra. Um filme que pela sua grandiosidade merece todos os prêmios que conquistou e mereceria ter conseguido muito mais.
NOTA 9,5
França-Brasil-Itália/2014
De Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado (A Letra Escarlate, Paris Texas, Asas do Desejo, Buena Vista Social Club, Estrela Solitária)
Com Sebastião Salgado, Wim Wenders, Juliano Ribeiro Salgado
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt3674140/?ref_=fn_al_tt_1
Documentário
Por mais de 40 anos, o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado tem viajado pelo mundo registrando as grandes mudanças da humanidade.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, indicado ao Oscar de Melhor Documentário, acompanha a trajetória de um dos maiores fotógrafos do mundo, que coincide com vários marcos da história. Sua obra é composta basicamente de fotos em preto e branco magistralmente orquestradas para apresentar um painel que simplesmente compõe a vida humana.
Você já foi em Paris ou Texas?
Por meio das fotografias e de entrevistas com o fotógrafo e seus familiares, Wim Wenders mostra como a força das imagens afetou a própria vida de Sebastião Salgado. O espectador acompanha quadro a quadro as explicações dos ângulos e os sentimentos conflitantes que moldaram a vida do realizador.
O documentário exalta tanto as qualidades de Salgado com uma arte na qual não foi a sua primeira escolha profissional quanto as mudanças feitas em decorrência desta arte. As imagens registradas por ele são muito fortes, sobretudo de crianças africanas afetadas pela fome. O mundo apresentado por Salgado é assustadoramente real e impactante.
“O Sal da Terra” apresenta ao espectador momentos de reflexão, no qual todos se questionam qual o papel do ser humano na Terra. Um filme que pela sua grandiosidade merece todos os prêmios que conquistou e mereceria ter conseguido muito mais.
NOTA 9,5
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-DOCUMENTÁRIO,
2014,
CINEMA FRANCÊS,
RESENHAS DE FILMES
segunda-feira, junho 15, 2015
O DESTINO DE JÚPITER
(Jupiter Ascending)
EUA-Reino Unido/2015
De Andy Wachowski e Lana Wachowski (Matrix, Matrix Reloaded, Matrix Revolutions, Speed Racer, A Viagem)
Com Mila Kunis, Channing Tatum, Sean Bean, Eddie Redmayne, Douglas Booth
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1617661/?ref_=fn_al_tt_1
Ficção Científica
Uma jovem mulher descobre que é herdeira de uma família nobre intergaláctica, porém passa a ser perseguida em um jogo de intrigas que põe em risco o destino da Terra.
Confira abaixo o trailer do filme:
Os irmãos Wachowski são conhecidos por fazerem obras exageradamente complexas e pretensiosas. Depois de “A Viagem”, que mostrou seis épocas diferentes, em que cada ator interpretava um personagem diferente em cada uma das seis épocas, os diretores trazem uma premissa no mínimo curiosa, em que a Terra é vista como se fosse uma fazenda ou qualquer espécie de bem lucrativo, que é disputado por membros de uma família nobre, que possuem outros bens (entenda-se por planetas).
Você está parecendo com um cisne negro...
O filme, entretanto, não fica à altura da curiosa premissa. Primeiro, porque tudo na trama parece exagerado, desde os cenários até as interpretações. O vilão, feito por Eddie Redmayne, soa caricato até para uma peça teatral, quanto mais para um filme. O casal protagonista, interpretados por Mila Kunis e Channing Tatum, não entregam nenhuma cena no mínimo razoável.
A trama segue com milhões de efeitos especiais e cenas de ação que pouco ousam, nem lembrando a fase dos cineastas em que revolucionaram os filmes de ação com a trilogia Matrix. Um dos únicos que parecem se salvar é Sean Bean, que defende bem seu personagem. Além disso, temos uma cena fantástica, que lembra enfim as características essenciais dos irmãos Wachowski, no qual mostram (de forma crítica, logicamente) que burocracia existe até no espaço.
“O Destino de Júpiter” é um filme que poderia ter meia hora a menos e atuações menos caricatas para entrar no rol dos filmes de ação com bom custo benefício. Do jeito que foi feito, melhor tentar fazer um apanhado das poucas boas cenas que a trama apresenta.
NOTA 5,5
EUA-Reino Unido/2015
De Andy Wachowski e Lana Wachowski (Matrix, Matrix Reloaded, Matrix Revolutions, Speed Racer, A Viagem)
Com Mila Kunis, Channing Tatum, Sean Bean, Eddie Redmayne, Douglas Booth
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1617661/?ref_=fn_al_tt_1
Ficção Científica
Uma jovem mulher descobre que é herdeira de uma família nobre intergaláctica, porém passa a ser perseguida em um jogo de intrigas que põe em risco o destino da Terra.
Confira abaixo o trailer do filme:
Os irmãos Wachowski são conhecidos por fazerem obras exageradamente complexas e pretensiosas. Depois de “A Viagem”, que mostrou seis épocas diferentes, em que cada ator interpretava um personagem diferente em cada uma das seis épocas, os diretores trazem uma premissa no mínimo curiosa, em que a Terra é vista como se fosse uma fazenda ou qualquer espécie de bem lucrativo, que é disputado por membros de uma família nobre, que possuem outros bens (entenda-se por planetas).
Você está parecendo com um cisne negro...
O filme, entretanto, não fica à altura da curiosa premissa. Primeiro, porque tudo na trama parece exagerado, desde os cenários até as interpretações. O vilão, feito por Eddie Redmayne, soa caricato até para uma peça teatral, quanto mais para um filme. O casal protagonista, interpretados por Mila Kunis e Channing Tatum, não entregam nenhuma cena no mínimo razoável.
A trama segue com milhões de efeitos especiais e cenas de ação que pouco ousam, nem lembrando a fase dos cineastas em que revolucionaram os filmes de ação com a trilogia Matrix. Um dos únicos que parecem se salvar é Sean Bean, que defende bem seu personagem. Além disso, temos uma cena fantástica, que lembra enfim as características essenciais dos irmãos Wachowski, no qual mostram (de forma crítica, logicamente) que burocracia existe até no espaço.
“O Destino de Júpiter” é um filme que poderia ter meia hora a menos e atuações menos caricatas para entrar no rol dos filmes de ação com bom custo benefício. Do jeito que foi feito, melhor tentar fazer um apanhado das poucas boas cenas que a trama apresenta.
NOTA 5,5
Marcadores:
-FICÇÃO,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
sexta-feira, junho 12, 2015
A INCRÍVEL HISTÓRIA DE ADALINE
(The Age of Adaline)
EUA/2015
De Lee Toland Krieger (The Vicious Kind, Celeste e Jesse para Sempre)
Com Blake Lively, Michiel Huisman, Harrison Ford, Ellen Burstyn, Kathy Baker, Amanda Crew
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1655441/?ref_=fn_al_tt_1
Romance
Uma jovem mulher, que nasceu no início do século 20, sofre um acidente que faz com que ela não envelheça mais. No início do século 21, ela começa a se apaixonar e questionar sua vida.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme tem uma premissa bastante interessante e que faz com que se abra inúmeras possibilidades criativas para um gênero acostumado com histórias clichês. O único problema é o espectador embarcar nos fatos inverossímeis que desencadeiam os acontecimentos da trama.
Onde está os seus dragões?
Passando por esse obstáculo, o espectador pode curtir um filme que mostra um romance que não só discute o relacionamento em si, como a questão da solidão e falta de companheirismo que acompanham a protagonista, acentuados com cenas entre uma mãe jovem e uma filha octogenária, só para citar um dos exemplos.
A história ainda guarda um trunfo: Harrison Ford faz o pai do pretendente da protagonista, que resgata alguns dos conflitos existentes na trama. O casal principal também tem boa química, e a atriz Blake Lively prova que foi uma boa escolha para o papel. O cineasta, Lee Toland Krieger, tem poucos títulos no currículo, mas já se mostrou ousado em filmar as cenas de flashback do modo como eram filmadas na época em que aconteceram.
O romance com toque de ficção científica já tinha sido bem explorado em obras como ”Em Algum Lugar do Passado” e no mais recente “Questão de Tempo”. Em “A Incrível História de Adaline”, mantém o bom retrospecto e apresenta ao espectador um filme ao mesmo tempo tocante e divertido.
NOTA 8,5
EUA/2015
De Lee Toland Krieger (The Vicious Kind, Celeste e Jesse para Sempre)
Com Blake Lively, Michiel Huisman, Harrison Ford, Ellen Burstyn, Kathy Baker, Amanda Crew
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1655441/?ref_=fn_al_tt_1
Romance
Uma jovem mulher, que nasceu no início do século 20, sofre um acidente que faz com que ela não envelheça mais. No início do século 21, ela começa a se apaixonar e questionar sua vida.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme tem uma premissa bastante interessante e que faz com que se abra inúmeras possibilidades criativas para um gênero acostumado com histórias clichês. O único problema é o espectador embarcar nos fatos inverossímeis que desencadeiam os acontecimentos da trama.
Onde está os seus dragões?
Passando por esse obstáculo, o espectador pode curtir um filme que mostra um romance que não só discute o relacionamento em si, como a questão da solidão e falta de companheirismo que acompanham a protagonista, acentuados com cenas entre uma mãe jovem e uma filha octogenária, só para citar um dos exemplos.
A história ainda guarda um trunfo: Harrison Ford faz o pai do pretendente da protagonista, que resgata alguns dos conflitos existentes na trama. O casal principal também tem boa química, e a atriz Blake Lively prova que foi uma boa escolha para o papel. O cineasta, Lee Toland Krieger, tem poucos títulos no currículo, mas já se mostrou ousado em filmar as cenas de flashback do modo como eram filmadas na época em que aconteceram.
O romance com toque de ficção científica já tinha sido bem explorado em obras como ”Em Algum Lugar do Passado” e no mais recente “Questão de Tempo”. Em “A Incrível História de Adaline”, mantém o bom retrospecto e apresenta ao espectador um filme ao mesmo tempo tocante e divertido.
NOTA 8,5
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2015,
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