(Infinitely Polar Bear)
EUA/2014
De Maya Forbes
Com Mark Ruffalo, Zoe Saldana, Imogene Wolodarsky, Ashley Aufderheide
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1969062/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Cam Stuart é um sujeito bipolar, pai de duas filhas, que tenta reconquistar o amor e a confiança de sua esposa, assumindo a responsabilidade de cuidar das filhas na ausência da mãe.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme apresenta uma história comovente entre um pai e suas filhas, apostando na comédia dramática. A condição bipolar do protagonista é caracterizada por todo o filme e acaba virando um trampolim para o ator Mark Ruffalo novamente roubar a cena, tanto que lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro.
Vamos visitar o Homem de Ferro!
No entanto, a história não se sustenta por falta de dilemas maiores ou algumas reviravoltas. O que se vê durante todo o tempo é a tentativa do protagonista adquirir a confiança de sua família apesar de seu estado psicológico. Porém, em nenhum momento, o filme se aprofunda nesse conflito e apenas mostra situações superficiais, recheadas de bom humor, causadas pelas condições do personagem.
Com a trama inteira mostrando apenas a família do protagonista, as cenas acabam ficando repetitivas e monótonas para o espectador. Não há algo a se pensar, ou simplesmente alguns caminhos para o espectador tentar adivinhar por onde a história pode passar.
“Sentimentos que Curam” pelo menos acerta na duração do filme, pouco menos de uma hora e meia. E acaba valendo apenas por mais uma brilhante interpretação de Mark Ruffalo, um dos grandes atores da atualidade.
NOTA 6,0
Mostrando postagens com marcador -COMÉDIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador -COMÉDIA. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, abril 27, 2016
terça-feira, abril 19, 2016
QUALQUER GATO VIRA-LATA 2
(Qualquer Gato Vira-Lata 2)
Brasil/2015
De Marcelo Antunez e Roberto Santucci (Até que a Sorte nos Separe, De Pernas pro Ar, O Candidato Honesto, Loucas pra Casar)
Com Cleo Pires, Malvino Salvador, Dudu Azevedo, Rita Guedes, Álamo Facó
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt4657092/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Tati conseguiu conquistar Conrado e agora embarcam em uma viagem para Cancún. Lá, ela decide pedir ele em casamento e após ouvir um “posso pensar?”, acaba se decepcionando, abrindo espaço novamente para seu ex-namorado Marcelo.
Confira abaixo o trailer do filme:
Roberto Santucci, rei da comédia nacional atual, assume a direção desta sequência, porém a utilização da mesma fórmula do filme anterior, apenas mudando o pano de fundo, acaba muito repetitiva. Se no primeiro filme, era interessante acompanhar um triângulo amoroso onde a protagonista ficava em dúvida entre o surfista folgado playboy e o arrumadinho estudioso antissocial, no segundo isso é repetido até a exaustão.
Poderia ser uma música do Fábio Jr...
O filme se passa em Cancún, onde o trio de protagonistas se encontra, além dos coadjuvantes como a ex-mulher de Conrado, que rivaliza com ele no lançamento de um livro. As piadas continuam as mesmas, explorando a inexperiência de Marcelo e a falta de habilidades sociais de Conrado, além do vai e volta de Tati nos relacionamentos.
O problema é a trama não trazer nada de novo, tornando-se apenas mais um caça níquel, considerando que o primeiro levou mais de um milhão de espectadores ao cinema. Talvez a cena mais interessante seja ironicamente a de Tati com o pai, interpretado por Fábio Jr., seu pai na vida real. E curiosamente não é uma cena de comédia, e sim um diálogo que remete até a história real dos atores.
“Qualquer Gato Vira-Lata 2” acaba não acrescentando muito à franquia, nem a comédia nacional, uma vez que temos histórias mais interessantes como “De Pernas pro Ar”, do próprio Santucci. E pelo visto, uma terceira parte está fora de cogitação.
NOTA 4,0
Brasil/2015
De Marcelo Antunez e Roberto Santucci (Até que a Sorte nos Separe, De Pernas pro Ar, O Candidato Honesto, Loucas pra Casar)
Com Cleo Pires, Malvino Salvador, Dudu Azevedo, Rita Guedes, Álamo Facó
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt4657092/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Tati conseguiu conquistar Conrado e agora embarcam em uma viagem para Cancún. Lá, ela decide pedir ele em casamento e após ouvir um “posso pensar?”, acaba se decepcionando, abrindo espaço novamente para seu ex-namorado Marcelo.
Confira abaixo o trailer do filme:
Roberto Santucci, rei da comédia nacional atual, assume a direção desta sequência, porém a utilização da mesma fórmula do filme anterior, apenas mudando o pano de fundo, acaba muito repetitiva. Se no primeiro filme, era interessante acompanhar um triângulo amoroso onde a protagonista ficava em dúvida entre o surfista folgado playboy e o arrumadinho estudioso antissocial, no segundo isso é repetido até a exaustão.
Poderia ser uma música do Fábio Jr...
O filme se passa em Cancún, onde o trio de protagonistas se encontra, além dos coadjuvantes como a ex-mulher de Conrado, que rivaliza com ele no lançamento de um livro. As piadas continuam as mesmas, explorando a inexperiência de Marcelo e a falta de habilidades sociais de Conrado, além do vai e volta de Tati nos relacionamentos.
O problema é a trama não trazer nada de novo, tornando-se apenas mais um caça níquel, considerando que o primeiro levou mais de um milhão de espectadores ao cinema. Talvez a cena mais interessante seja ironicamente a de Tati com o pai, interpretado por Fábio Jr., seu pai na vida real. E curiosamente não é uma cena de comédia, e sim um diálogo que remete até a história real dos atores.
“Qualquer Gato Vira-Lata 2” acaba não acrescentando muito à franquia, nem a comédia nacional, uma vez que temos histórias mais interessantes como “De Pernas pro Ar”, do próprio Santucci. E pelo visto, uma terceira parte está fora de cogitação.
NOTA 4,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA BRASILEIRO,
RESENHAS DE FILMES
sexta-feira, abril 08, 2016
PEGANDO FOGO
(Burnt)
EUA/2015
De John Wells (A Grande Virada, Álbum de Família)
Com Bradley Cooper, Sienna Miller, Daniel Brühl, Omar Sy, Emma Thompson, Uma Thurman, Alicia Vikander
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2503944/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Adam Jones é um chef que destruiu sua carreira com drogas e comportamento explosivo. Ele se restabelece e retorna a Londres, onde passa a comandar um restaurante que pode ganhar três estrelas Michelin.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme é uma comédia dramática que embarca na moda dos reality shows de culinária para contar a vida de um chef que tenta se redimir em sua profissão. Comandado por Bradley Cooper, que desta vez não se destaca, o filme mostra o dia a dia de chefs, cozinheiros, maitres, já bastante conhecido pelos fãs de Masterchefs e Hell’s Kitchens pelo mundo.
Venha para o lado bom da vida!
A trama segue o protagonista na sua tentativa de redenção, buscando uma equipe que o ajude a se reerguer. Nessa etapa, ele conhece Helene, uma cozinheira com comportamento tão difícil quanto ele. Não demora para que ele queira de qualquer jeito os serviços dela na sua cozinha.
A história é interessante pelo pano de fundo de restaurante em um filme desse gênero e sobretudo pela atuação irrepreensível de Daniel Brühl como o maitre do restaurante. A química entre o elenco funciona e o filme segue com uma despretensão leve tão grande que contrasta com o filme anterior de John Wells, o melancólico Álbum de Família.
“Pegando Fogo” é divertido, conta com bons atores no elenco coadjuvante, inclusive a mais recente ganhadora do Oscar Alicia Vikander, e certamente agrada aos espectadores, no entanto sem ser muito memorável.
NOTA 7,5
EUA/2015
De John Wells (A Grande Virada, Álbum de Família)
Com Bradley Cooper, Sienna Miller, Daniel Brühl, Omar Sy, Emma Thompson, Uma Thurman, Alicia Vikander
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2503944/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Adam Jones é um chef que destruiu sua carreira com drogas e comportamento explosivo. Ele se restabelece e retorna a Londres, onde passa a comandar um restaurante que pode ganhar três estrelas Michelin.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme é uma comédia dramática que embarca na moda dos reality shows de culinária para contar a vida de um chef que tenta se redimir em sua profissão. Comandado por Bradley Cooper, que desta vez não se destaca, o filme mostra o dia a dia de chefs, cozinheiros, maitres, já bastante conhecido pelos fãs de Masterchefs e Hell’s Kitchens pelo mundo.
Venha para o lado bom da vida!
A trama segue o protagonista na sua tentativa de redenção, buscando uma equipe que o ajude a se reerguer. Nessa etapa, ele conhece Helene, uma cozinheira com comportamento tão difícil quanto ele. Não demora para que ele queira de qualquer jeito os serviços dela na sua cozinha.
A história é interessante pelo pano de fundo de restaurante em um filme desse gênero e sobretudo pela atuação irrepreensível de Daniel Brühl como o maitre do restaurante. A química entre o elenco funciona e o filme segue com uma despretensão leve tão grande que contrasta com o filme anterior de John Wells, o melancólico Álbum de Família.
“Pegando Fogo” é divertido, conta com bons atores no elenco coadjuvante, inclusive a mais recente ganhadora do Oscar Alicia Vikander, e certamente agrada aos espectadores, no entanto sem ser muito memorável.
NOTA 7,5
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
quinta-feira, março 24, 2016
VAI QUE COLA: O FILME
(Vai que Cola: O Filme)
Brasil/2015
De César Rodrigues
Com Paulo Gustavo, Catarina Abdalla, Emiliano D'Ávila, Marcus Majella, Fiorella Mattheis, Cacau Protásio
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt4694404/?ref_=fn_al_tt_2
Comédia
Valdomiro é um empresário que depois de ter sofrido um golpe do sócio, tem sua vida boa no Leblon interrompida, tendo que morar em uma pensão no Méier. Porém, ele tem uma chance de retomar sua antiga vida.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme foi um sucesso de bilheteria no ano passado e consagrou mais uma vez a já famosa série do Multishow. Paulo Gustavo engrena mais um sucesso depois de "Minha Mãe é uma Peça", sendo um dos maiores nomes da comédia nacional ultimamente.
Será que me convidam para o filme do Porta dos Fundos?
A trama gira em torno dos personagens principais da série homônima, que se vêem dessa vez hospedados na antiga casa de Valdomiro no Leblon. Com isso, a pensão do Méier não é o local principal da história, dando uma dinâmica diferente.
Como já esperado, Paulo Gustavo rouba a cena, inclusive com o recurso de quebra da quarta parede, ou seja, fala com o público e induz que sabe que tudo aquilo é um filme. As cenas são hilárias e o roteiro, capitaneado por Fernando Caruso, tem altos e baixos, porém consegue fugir de alguns clichês.
"Vai que Cola: o Filme" não apresenta nenhuma inovação na comédia nacional, porém é um filme divertido e que faz juz à série de TV. Com o sucesso que fez, provavelmente teremos uma sequência.
NOTA 7,5
Brasil/2015
De César Rodrigues
Com Paulo Gustavo, Catarina Abdalla, Emiliano D'Ávila, Marcus Majella, Fiorella Mattheis, Cacau Protásio
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt4694404/?ref_=fn_al_tt_2
Comédia
Valdomiro é um empresário que depois de ter sofrido um golpe do sócio, tem sua vida boa no Leblon interrompida, tendo que morar em uma pensão no Méier. Porém, ele tem uma chance de retomar sua antiga vida.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme foi um sucesso de bilheteria no ano passado e consagrou mais uma vez a já famosa série do Multishow. Paulo Gustavo engrena mais um sucesso depois de "Minha Mãe é uma Peça", sendo um dos maiores nomes da comédia nacional ultimamente.
Será que me convidam para o filme do Porta dos Fundos?
A trama gira em torno dos personagens principais da série homônima, que se vêem dessa vez hospedados na antiga casa de Valdomiro no Leblon. Com isso, a pensão do Méier não é o local principal da história, dando uma dinâmica diferente.
Como já esperado, Paulo Gustavo rouba a cena, inclusive com o recurso de quebra da quarta parede, ou seja, fala com o público e induz que sabe que tudo aquilo é um filme. As cenas são hilárias e o roteiro, capitaneado por Fernando Caruso, tem altos e baixos, porém consegue fugir de alguns clichês.
"Vai que Cola: o Filme" não apresenta nenhuma inovação na comédia nacional, porém é um filme divertido e que faz juz à série de TV. Com o sucesso que fez, provavelmente teremos uma sequência.
NOTA 7,5
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA BRASILEIRO,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, março 23, 2016
UM SENHOR ESTAGIÁRIO
(The Intern)
EUA/2015
De Nancy Meyers (Do que as Mulheres Gostam, Alguém Tem que Ceder, O Amor não Tira Férias, Simplesmente Complicado)
Com Robert de Niro, Anne Hathaway, Rene Russo, Anders Holm
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt2361509/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Ben Whittaker é um septuagenário que se inscreve em uma vaga de estagiário sênior na empresa de moda fashion, fundada por Jules Ostin.
Confira abaixo o trailer do filme:
Os filmes de Nancy Meyers sempre permeiam a comédia romântica mais adulta e amadurecida, como o espectador pode comprovar em “Alguém Tem que Ceder” e “Simplesmente Complicado”. Desta vez, as características principais continuam, porém a inovação se dá pela inexistência de romance dentre os protagonistas e sim a construção de uma improvável amizade.
Pena que isso aqui não é um táxi...
Contando com uma bela interpretação de Robert De Niro, temos um senhor aposentado querendo voltar à ativa, uma vez que ele sente que ainda pode contribuir para o sucesso de uma empresa. Ele então consegue vaga numa empresa jovem, com estilo diferente do que ele se acostumou em sua vida.
O estilo diferente entre ele e a fundadora do estabelecimento produz certas desconfianças no início. Ela é uma jovem que ganhou muito dinheiro em pouco tempo e agora precisa administrar seu tempo entre sua família e o crescimento desenfreado de sua empresa. Aos poucos, a amizade entre eles rende frutos tanto para sua vida pessoal quanto profissional.
Sem abusar dos clichês do gênero e contando com boas interpretações e comédia sutil na medida certa, “Um Senhor Estagiário” é prova que o gênero pode fazer sucesso sem apelar para as baboseiras pastelões de Adam Sandler e cia.
NOTA 9,0
EUA/2015
De Nancy Meyers (Do que as Mulheres Gostam, Alguém Tem que Ceder, O Amor não Tira Férias, Simplesmente Complicado)
Com Robert de Niro, Anne Hathaway, Rene Russo, Anders Holm
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt2361509/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Ben Whittaker é um septuagenário que se inscreve em uma vaga de estagiário sênior na empresa de moda fashion, fundada por Jules Ostin.
Confira abaixo o trailer do filme:
Os filmes de Nancy Meyers sempre permeiam a comédia romântica mais adulta e amadurecida, como o espectador pode comprovar em “Alguém Tem que Ceder” e “Simplesmente Complicado”. Desta vez, as características principais continuam, porém a inovação se dá pela inexistência de romance dentre os protagonistas e sim a construção de uma improvável amizade.
Pena que isso aqui não é um táxi...
Contando com uma bela interpretação de Robert De Niro, temos um senhor aposentado querendo voltar à ativa, uma vez que ele sente que ainda pode contribuir para o sucesso de uma empresa. Ele então consegue vaga numa empresa jovem, com estilo diferente do que ele se acostumou em sua vida.
O estilo diferente entre ele e a fundadora do estabelecimento produz certas desconfianças no início. Ela é uma jovem que ganhou muito dinheiro em pouco tempo e agora precisa administrar seu tempo entre sua família e o crescimento desenfreado de sua empresa. Aos poucos, a amizade entre eles rende frutos tanto para sua vida pessoal quanto profissional.
Sem abusar dos clichês do gênero e contando com boas interpretações e comédia sutil na medida certa, “Um Senhor Estagiário” é prova que o gênero pode fazer sucesso sem apelar para as baboseiras pastelões de Adam Sandler e cia.
NOTA 9,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
terça-feira, março 15, 2016
FÉRIAS FRUSTRADAS
(Vacation)
EUA/2015
De John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein
Com Ed Helms, Christina Applegate, Skyler Gisondo, Chris Hemsworth, Beverly D’Angelo, Chevy Chase
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt1524930/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Rusty Griswold viaja com sua família rumo ao Walley World com o objetivo de se aproximar mais da esposa e dos filhos.
Confira abaixo o trailer do filme:
Esta refilmagem é na verdade uma sequência dos eventos que ocorreram no filme original de 1983. Desta vez, o filho dos Griswold está crescido e com sua própria família. Tal qual o pai, resolve embarcar numa viagem com a família para o parque de diversões que marcou sua infância.

Já te avisei que se beber, não case!
A trama tem a estrutura de um road movie, com os protagonistas sempre se deparando com situações hilárias nos lugares por onde passam e encontrando ou visitando personagens que dão graça à história. O destaque vai mais para os coadjuvantes do que para os principais, com direito até à participação do casal original, vividos pelos atores Chevy Chase e Beverly D’Angelo.
A história consegue ser superior às comédias atuais, com o jeito de trama dos anos 80, recheada de humor negro e piadas politicamente incorretas. Ed Helms (da franquia Se Beber, Não Case) está bem à vontade no papel, mas a trama poderia ser melhor se não caísse várias vezes nos clichês pastelões que se assemelham aos filmes de Adam Sandler.
Tirando isso, “Férias Frustradas” diverte e causa nostalgia ao espectador que virou fã dessa saga onde a família passa por altas aventuras que toda Sessão da Tarde dá direito, mas que também precisa resolver questões familiares que dá o tom mais maduro para a produção.
NOTA 8,0
EUA/2015
De John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein
Com Ed Helms, Christina Applegate, Skyler Gisondo, Chris Hemsworth, Beverly D’Angelo, Chevy Chase
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt1524930/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Rusty Griswold viaja com sua família rumo ao Walley World com o objetivo de se aproximar mais da esposa e dos filhos.
Confira abaixo o trailer do filme:
Esta refilmagem é na verdade uma sequência dos eventos que ocorreram no filme original de 1983. Desta vez, o filho dos Griswold está crescido e com sua própria família. Tal qual o pai, resolve embarcar numa viagem com a família para o parque de diversões que marcou sua infância.

Já te avisei que se beber, não case!
A trama tem a estrutura de um road movie, com os protagonistas sempre se deparando com situações hilárias nos lugares por onde passam e encontrando ou visitando personagens que dão graça à história. O destaque vai mais para os coadjuvantes do que para os principais, com direito até à participação do casal original, vividos pelos atores Chevy Chase e Beverly D’Angelo.
A história consegue ser superior às comédias atuais, com o jeito de trama dos anos 80, recheada de humor negro e piadas politicamente incorretas. Ed Helms (da franquia Se Beber, Não Case) está bem à vontade no papel, mas a trama poderia ser melhor se não caísse várias vezes nos clichês pastelões que se assemelham aos filmes de Adam Sandler.
Tirando isso, “Férias Frustradas” diverte e causa nostalgia ao espectador que virou fã dessa saga onde a família passa por altas aventuras que toda Sessão da Tarde dá direito, mas que também precisa resolver questões familiares que dá o tom mais maduro para a produção.
NOTA 8,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, fevereiro 10, 2016
JOY: O NOME DO SUCESSO
(Joy)
Eua/2015
De David O. Russell (Três Reis, O Vencedor, O Lado Bom da Vida, Trapaça, Amor por Acidente)
Com Jennifer Lawrence, Robert de Niro, Bradley Cooper, Edgar Ramirez, Diane Ladd, Virginia Madsen, Isabella Rossellini
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt2446980/?ref_=nv_sr_1
Comédia
A história real de Joy, uma matriarca que fez sucesso com sua invenção de um esfregão, que lhe permitiu construir um império.
Confira abaixo o trailer do filme:
O diretor David O. Russell se junta novamente com sua dupla favorita, Jennifer Lawrence e Bradley Cooper, traz novamente Robert de Niro de coadjuvante e mergulha no seu gênero de comédia preferido. Só que dessa vez, a empreitada não deu tão certo quanto os seus filmes anteriores, e a produção foi indicada a apenas 1 Oscar, de Melhor Atriz.
Eu sou apenas um senhor estagiário!
O filme apresenta uma família disfuncional, na qual Joy se destaca por parecer ser a única que corre atrás do sucesso. A narradora, sua avó, é a única da família que a incentiva, contrastando com sua mãe, uma deprimida viciada em TV e seu pai, um mulherengo. Outras pessoas que também ajudam é seu ex-marido, que vive no porão da casa, e sua melhor amiga.
A trama prova mais uma vez a boa condução de Russell na direção de atores, conseguindo ótimas interpretações de todo o elenco, tanto o trio conhecido quanto os coadjuvantes de luxo. O que parece ter faltado foi apenas a ousadia, uma vez que a história rende alguns bons momentos e outros sem inspiração nenhuma.
“Joy: O Nome do Sucesso” acaba sendo interessante mais pela biografia e premissa da mulher que conseguiu vencer na vida do que por seu roteiro, e pela forma como a história foi contada.
NOTA 7,5
Eua/2015
De David O. Russell (Três Reis, O Vencedor, O Lado Bom da Vida, Trapaça, Amor por Acidente)
Com Jennifer Lawrence, Robert de Niro, Bradley Cooper, Edgar Ramirez, Diane Ladd, Virginia Madsen, Isabella Rossellini
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt2446980/?ref_=nv_sr_1
Comédia
A história real de Joy, uma matriarca que fez sucesso com sua invenção de um esfregão, que lhe permitiu construir um império.
Confira abaixo o trailer do filme:
O diretor David O. Russell se junta novamente com sua dupla favorita, Jennifer Lawrence e Bradley Cooper, traz novamente Robert de Niro de coadjuvante e mergulha no seu gênero de comédia preferido. Só que dessa vez, a empreitada não deu tão certo quanto os seus filmes anteriores, e a produção foi indicada a apenas 1 Oscar, de Melhor Atriz.
Eu sou apenas um senhor estagiário!
O filme apresenta uma família disfuncional, na qual Joy se destaca por parecer ser a única que corre atrás do sucesso. A narradora, sua avó, é a única da família que a incentiva, contrastando com sua mãe, uma deprimida viciada em TV e seu pai, um mulherengo. Outras pessoas que também ajudam é seu ex-marido, que vive no porão da casa, e sua melhor amiga.
A trama prova mais uma vez a boa condução de Russell na direção de atores, conseguindo ótimas interpretações de todo o elenco, tanto o trio conhecido quanto os coadjuvantes de luxo. O que parece ter faltado foi apenas a ousadia, uma vez que a história rende alguns bons momentos e outros sem inspiração nenhuma.
“Joy: O Nome do Sucesso” acaba sendo interessante mais pela biografia e premissa da mulher que conseguiu vencer na vida do que por seu roteiro, e pela forma como a história foi contada.
NOTA 7,5
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, janeiro 27, 2016
A GRANDE APOSTA
(The Big Short)
EUA/2015
De Adam McKay (Ricky Bobby – A Toda Velocidade, Quase Irmãos, Tudo por um Furo)
Com Ryan Gosling, Christian Bale, Steve Carell, Brad Pitt, Marisa Tomei, Melissa Leo
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1596363/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia dramática
A história, baseada em fatos reais, de quatro sujeitos que previram a crise causada pela bolha imobiliária nos Estados Unidos e investiram em uma época que ninguém acreditava que isso fosse possível de acontecer.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme foi indicado a 5 Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor e tem como principal mérito contar os bastidores da grande crise dos bancos americanos em 2008 causados pela bolha imobiliária, de uma forma mais lúdica e bem humorada.
Para contar uma história tão complicada, a trama parte de três núcleos. O excêntrico Michael Burry (em excelente interpretação de Christian Bale), que dentre anotações matemáticas em sua lousa e vários sons de bandas de heavy metal, mantém um grupo de investimento em algo até então inimaginável. Mark Baum é outro investidor, vivido por Steve Carell, um sujeito mais preocupado com questões morais. E para completar, uma dupla de jovens que ganharam uma pequena riqueza juntos mas não tem uma representatividade necessária para altos investimentos. O jeito para eles é se associar a Ben Rickert, interpretado pelo também produtor do filme Brad Pitt.
Eu não sou mais um virgem de 40 anos!
A premissa do filme é bastante interessante mas também acaba sendo uma faca de dois gumes. Os termos bastante técnicos tentam ser explicados de forma bastante inovadora, sempre chamando personagens de fora do meio econômico para explicar os jargões de Wall Street. Porém, tanto o ritmo acelerado quanto a quantidade de conceitos acabam ofuscando um pouco a mensagem da história.
“A Grande Aposta” tem muitos méritos mas poderia ter sido um filme bem mais interessante do que acaba sendo. Pelo menos o espectador mais paciente com o tema compreende um pouco melhor esta época turbulenta que os Estados Unidos e o mundo passaram.
NOTA 6,0
EUA/2015
De Adam McKay (Ricky Bobby – A Toda Velocidade, Quase Irmãos, Tudo por um Furo)
Com Ryan Gosling, Christian Bale, Steve Carell, Brad Pitt, Marisa Tomei, Melissa Leo
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1596363/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia dramática
A história, baseada em fatos reais, de quatro sujeitos que previram a crise causada pela bolha imobiliária nos Estados Unidos e investiram em uma época que ninguém acreditava que isso fosse possível de acontecer.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme foi indicado a 5 Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor e tem como principal mérito contar os bastidores da grande crise dos bancos americanos em 2008 causados pela bolha imobiliária, de uma forma mais lúdica e bem humorada.
Para contar uma história tão complicada, a trama parte de três núcleos. O excêntrico Michael Burry (em excelente interpretação de Christian Bale), que dentre anotações matemáticas em sua lousa e vários sons de bandas de heavy metal, mantém um grupo de investimento em algo até então inimaginável. Mark Baum é outro investidor, vivido por Steve Carell, um sujeito mais preocupado com questões morais. E para completar, uma dupla de jovens que ganharam uma pequena riqueza juntos mas não tem uma representatividade necessária para altos investimentos. O jeito para eles é se associar a Ben Rickert, interpretado pelo também produtor do filme Brad Pitt.
Eu não sou mais um virgem de 40 anos!
A premissa do filme é bastante interessante mas também acaba sendo uma faca de dois gumes. Os termos bastante técnicos tentam ser explicados de forma bastante inovadora, sempre chamando personagens de fora do meio econômico para explicar os jargões de Wall Street. Porém, tanto o ritmo acelerado quanto a quantidade de conceitos acabam ofuscando um pouco a mensagem da história.
“A Grande Aposta” tem muitos méritos mas poderia ter sido um filme bem mais interessante do que acaba sendo. Pelo menos o espectador mais paciente com o tema compreende um pouco melhor esta época turbulenta que os Estados Unidos e o mundo passaram.
NOTA 6,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, novembro 04, 2015
NÃO OLHE PARA TRÁS
(Danny Collins)
EUA/2015
De Dan Fogelman
Com Al Pacino, Annette Bening, Jennifer Garner, Bobby Cannavale, Christopher Plummer
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt1772288/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Uma estrela do rock decide mudar sua vida depois que descobre uma carta de quarenta anos atrás escrita por John Lennon para ele.
Confira abaixo o trailer do filme:
Depois do ótimo “O Último Ato”, Al Pacino parece confirmar a volta aos seus áureos tempos, sem trabalhar no piloto automático. Desta vez, interpreta aquela conhecida figura do velho roqueiro, que acha que ainda é jovem e ainda cultiva alguns vícios.
Estou sentindo um perfume de mulher...
A personalidade de Danny Collins pode parecer altamente repulsiva, mas ele pretende mudar quando percebe que sua vida poderia ser outra, caso tivesse recebido na década de 70 uma carta endereçada a ele e escrita por nada menos que o líder dos Beatles.
Esta mudança vai fazer a vida de muita gente mudar também, como a de seu amigo e produtor, interpretado pelo veterano Christopher Plummer, do seu filho, que simplesmente odeia a menção do nome do pai, e até mesmo uma gerente de hotel, vivida por Annete Bening.
A trama segue pelo caminho da comédia dramática e Al Pacino entrega um personagem memorável, inspirado no cantor Steve Tilston. “Não Olhe para Trás” acaba sendo uma boa história de redenção e reflexão sobre erros do passado.
NOTA 8,0
EUA/2015
De Dan Fogelman
Com Al Pacino, Annette Bening, Jennifer Garner, Bobby Cannavale, Christopher Plummer
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt1772288/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Uma estrela do rock decide mudar sua vida depois que descobre uma carta de quarenta anos atrás escrita por John Lennon para ele.
Confira abaixo o trailer do filme:
Depois do ótimo “O Último Ato”, Al Pacino parece confirmar a volta aos seus áureos tempos, sem trabalhar no piloto automático. Desta vez, interpreta aquela conhecida figura do velho roqueiro, que acha que ainda é jovem e ainda cultiva alguns vícios.
Estou sentindo um perfume de mulher...
A personalidade de Danny Collins pode parecer altamente repulsiva, mas ele pretende mudar quando percebe que sua vida poderia ser outra, caso tivesse recebido na década de 70 uma carta endereçada a ele e escrita por nada menos que o líder dos Beatles.
Esta mudança vai fazer a vida de muita gente mudar também, como a de seu amigo e produtor, interpretado pelo veterano Christopher Plummer, do seu filho, que simplesmente odeia a menção do nome do pai, e até mesmo uma gerente de hotel, vivida por Annete Bening.
A trama segue pelo caminho da comédia dramática e Al Pacino entrega um personagem memorável, inspirado no cantor Steve Tilston. “Não Olhe para Trás” acaba sendo uma boa história de redenção e reflexão sobre erros do passado.
NOTA 8,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
quinta-feira, setembro 10, 2015
TED 2
(Ted 2)
EUA/2015
De Seth MacFarlane (Ted, Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola)
Com Mark Wahlberg, Seth MacFarlane, Amanda Seyfried, Giovanni Ribisi, Morgan Freeman
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt2637276/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
O novo casal Ted e Tami-Lynn querem ter um bebê, mas acabam sofrendo problemas na justiça por questionarem se Ted pode ser considerado como se fosse um ser humano ou uma propriedade.
Confira abaixo o trailer do filme:
A sequência do sucesso de 2012 mantém o mesmo padrão, com piadas politicamente incorretas em meio a cenas absurdas e participações especiais de Liam Neeson e Tom Brady, dentre outros, inclusive o famoso apresentador Jay Leno.
Logicamente é preciso entrar na onda de que um urso de pelúcia falante convive com o restante do mundo, trabalha em um supermercado e se casa no início do filme. Porém, quem já superou a premissa no primeiro filme, é só se preparar para mais uma enxurrada de cenas hilárias e cada vez mais nonsense.
Não sou um dos ursinhos carinhosos!
A trama acertadamente consegue impor um dilema para o urso canastrão: ele começa a não ter direitos sociais exatamente por não ser humano. E seu amigo de drogas e farras John, novamente vivido por Mark Wahlberg, está enfrentando uma crise de solidão depois do término de seu namoro. A solução para ambos os casos pode ser a advogada que vai defender o caso de Ted.
“Ted 2”, apesar de ter cenas que beiram o pastelão e a pura bobagem, consegue na média divertir o espectador e entregar um filme com estética parecida e com uma história que revitaliza a da primeira parte da franquia.
NOTA 7,5
EUA/2015
De Seth MacFarlane (Ted, Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola)
Com Mark Wahlberg, Seth MacFarlane, Amanda Seyfried, Giovanni Ribisi, Morgan Freeman
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com.br/title/tt2637276/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
O novo casal Ted e Tami-Lynn querem ter um bebê, mas acabam sofrendo problemas na justiça por questionarem se Ted pode ser considerado como se fosse um ser humano ou uma propriedade.
Confira abaixo o trailer do filme:
A sequência do sucesso de 2012 mantém o mesmo padrão, com piadas politicamente incorretas em meio a cenas absurdas e participações especiais de Liam Neeson e Tom Brady, dentre outros, inclusive o famoso apresentador Jay Leno.
Logicamente é preciso entrar na onda de que um urso de pelúcia falante convive com o restante do mundo, trabalha em um supermercado e se casa no início do filme. Porém, quem já superou a premissa no primeiro filme, é só se preparar para mais uma enxurrada de cenas hilárias e cada vez mais nonsense.
Não sou um dos ursinhos carinhosos!
A trama acertadamente consegue impor um dilema para o urso canastrão: ele começa a não ter direitos sociais exatamente por não ser humano. E seu amigo de drogas e farras John, novamente vivido por Mark Wahlberg, está enfrentando uma crise de solidão depois do término de seu namoro. A solução para ambos os casos pode ser a advogada que vai defender o caso de Ted.
“Ted 2”, apesar de ter cenas que beiram o pastelão e a pura bobagem, consegue na média divertir o espectador e entregar um filme com estética parecida e com uma história que revitaliza a da primeira parte da franquia.
NOTA 7,5
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
terça-feira, julho 28, 2015
QUALQUER GATO VIRA-LATA
(Qualquer Gato Vira-Lata)
Brasil/2011
De Tomas Portella (Isolados, Desculpe o Transtorno)
Com Cleo Pires, Malvino Salvador, Dudu Azevedo, Rita Guedes, Álamo Facó
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1730133/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
No Rio de Janeiro, Marcelo termina com Tati no dia do aniversário dele, falando que ela não é romântica. Logo depois, Tati começa a ter aulas com um professor de biologia que tem uma tese bastante peculiar para o relacionamento entre homens e mulheres.
Confira abaixo o trailer do filme:
Baseado na peça de Juca de Oliveira, o filme fez relativo sucesso, tanto que conseguiu uma sequência neste ano. Com uma premissa interessante, a trama parece não engrenar, pois esbarra em personagens caricatos, como o trio de protagonistas: a maluca Tati, o surfista Marcelo e o professor Conrado.
Quem vai se ver com o Fábio Jr.?
Tendo estes três arquétipos, a história passa por atitudes totalmente inverossímeis de Tati, em comportamentos idiotas e estereotipados de Marcelo e um jeito totalmente clichê de ser professor de Conrado. E como se não bastasse, o personagem que faz o amigo de Marcelo é totalmente dispensável. Nem as pontas escapam, como Gregorio Duvivier, que faz um tipo que qualquer um poderia fazer.
A discussão de relacionamento entre homens e mulheres, que soa interessante na famosa peça, perde espaço para um enredo recheado de cenas de comédia pastelão, piadas sem graça e situações ridículas (sem ser hilárias), como a da boate no dia em que Tati e Marcelo se conheceram.
“Qualquer Gato Vira-Lata” poderia ter passado despercebido nos cinemas se este gênero não fosse totalmente apelativo no país e não existisse a peça. Tomas Portella, que foi assistente de direção em produções do porte de “O Incrível Hulk” e “Ensaio Sobre a Cegueira”, poderia ter caprichado mais na condução do filme.
NOTA 4,0
Brasil/2011
De Tomas Portella (Isolados, Desculpe o Transtorno)
Com Cleo Pires, Malvino Salvador, Dudu Azevedo, Rita Guedes, Álamo Facó
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1730133/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
No Rio de Janeiro, Marcelo termina com Tati no dia do aniversário dele, falando que ela não é romântica. Logo depois, Tati começa a ter aulas com um professor de biologia que tem uma tese bastante peculiar para o relacionamento entre homens e mulheres.
Confira abaixo o trailer do filme:
Baseado na peça de Juca de Oliveira, o filme fez relativo sucesso, tanto que conseguiu uma sequência neste ano. Com uma premissa interessante, a trama parece não engrenar, pois esbarra em personagens caricatos, como o trio de protagonistas: a maluca Tati, o surfista Marcelo e o professor Conrado.
Quem vai se ver com o Fábio Jr.?
Tendo estes três arquétipos, a história passa por atitudes totalmente inverossímeis de Tati, em comportamentos idiotas e estereotipados de Marcelo e um jeito totalmente clichê de ser professor de Conrado. E como se não bastasse, o personagem que faz o amigo de Marcelo é totalmente dispensável. Nem as pontas escapam, como Gregorio Duvivier, que faz um tipo que qualquer um poderia fazer.
A discussão de relacionamento entre homens e mulheres, que soa interessante na famosa peça, perde espaço para um enredo recheado de cenas de comédia pastelão, piadas sem graça e situações ridículas (sem ser hilárias), como a da boate no dia em que Tati e Marcelo se conheceram.
“Qualquer Gato Vira-Lata” poderia ter passado despercebido nos cinemas se este gênero não fosse totalmente apelativo no país e não existisse a peça. Tomas Portella, que foi assistente de direção em produções do porte de “O Incrível Hulk” e “Ensaio Sobre a Cegueira”, poderia ter caprichado mais na condução do filme.
NOTA 4,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2011,
CINEMA BRASILEIRO,
RESENHAS DE FILMES
quinta-feira, julho 16, 2015
O DITADOR
(The Dictator)
EUA/2012
De Larry Charles (Borat: o Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América, Bruno)
Com Sacha Baron Cohen, Sayed Badreya, Aasif Mandvi, Ben Kingsley
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1645170/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
A heroica história de um ditador que tenta de todas as formas assegurar que a democracia nunca chegue ao seu amado país.
Confira abaixo o trailer do filme:
O novo filme estrelado pelo eterno Borat, novamente em parceria com o ex-roteirista de Seinfeld Larry Charles continua tendo os mesmos elementos que o fizeram famoso: críticas ácidas, comédia de absurdos e muitas cenas politicamente incorretas.
Desta vez, as piadas giram em torno dos contrastes entre ditadura e democracia. O personagem de Sacha Baron Cohen é o ditador Aladeen, que não hesita em mandar cortar a cabeça de quem ele não simpatiza. Só que uma troca de papéis vai fazer com que ele tenha novas experiências.
Você conhece o Gandhi?
A premissa do filme é interessante porém o tipo de humor empregado na trama não empolga mais tanto assim, parecendo repetições de filmes passados. A sucessão de cenas “nonsense” parece ser mais importante que uma coesão no roteiro e mesmo para a comédia, faz falta para que a história tenha o mínimo de interesse do espectador.
“O Ditador” não é um filme difícil de acompanhar até o final, mas não é decididamente uma história memorável nem tem cenas hilárias, o que era de se esperar de filmes da dupla. Pelo menos sua duração é pequena, compatível com a história que se quer contar.
NOTA 5,0
EUA/2012
De Larry Charles (Borat: o Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América, Bruno)
Com Sacha Baron Cohen, Sayed Badreya, Aasif Mandvi, Ben Kingsley
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1645170/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
A heroica história de um ditador que tenta de todas as formas assegurar que a democracia nunca chegue ao seu amado país.
Confira abaixo o trailer do filme:
O novo filme estrelado pelo eterno Borat, novamente em parceria com o ex-roteirista de Seinfeld Larry Charles continua tendo os mesmos elementos que o fizeram famoso: críticas ácidas, comédia de absurdos e muitas cenas politicamente incorretas.
Desta vez, as piadas giram em torno dos contrastes entre ditadura e democracia. O personagem de Sacha Baron Cohen é o ditador Aladeen, que não hesita em mandar cortar a cabeça de quem ele não simpatiza. Só que uma troca de papéis vai fazer com que ele tenha novas experiências.
Você conhece o Gandhi?
A premissa do filme é interessante porém o tipo de humor empregado na trama não empolga mais tanto assim, parecendo repetições de filmes passados. A sucessão de cenas “nonsense” parece ser mais importante que uma coesão no roteiro e mesmo para a comédia, faz falta para que a história tenha o mínimo de interesse do espectador.
“O Ditador” não é um filme difícil de acompanhar até o final, mas não é decididamente uma história memorável nem tem cenas hilárias, o que era de se esperar de filmes da dupla. Pelo menos sua duração é pequena, compatível com a história que se quer contar.
NOTA 5,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2012,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
sexta-feira, julho 10, 2015
ENTRE ABELHAS
(Entre Abelhas)
Brasil/2015
De Ian Sbf
Com Fábio Porchat, Irene Ravache, Marcos Veras, Luis Lobianco, Giovana Lancellotti
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt3765088/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia Dramática
Bruno é um jovem editor de filmes que está se divorciando de Regina e voltando a morar com a mãe. De repente, ele começa a parar de enxergar algumas pessoas.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, que tem premissa extremamente criativa, tenta apresentar ao público um gênero ainda pouco explorado no cinema brasileiro, o da comédia dramática. E para isso, o diretor do “Porta dos Fundos” Ian Sbf se junta a Fábio Porchat no roteiro e apresentam um enredo que mescla fantasia e com doses de humor vindos do elenco de coadjuvantes, com um Porchat bastante sério.
Tem preferência por algum nome na lata?
A trama sem dúvida é interessante e todo o elenco está muito bem, com destaque para as tiradas de Irene Ravache. As situações que o protagonista se mete por conta do misterioso sumiço das pessoas de sua visão também é conduzido de uma forma ao mesmo tempo dramática e engraçada e prende a atenção do espectador.
O problema do longa é tentar forçar a barra demais para parecer alternativo, inclusive em seu final abrupto demais e inconclusivo. O que vemos em cena é um protagonista atormentado com sua situação, mas não há elementos suficientes para discussões reflexivas ou camadas de profundidade que o filme parece cismar em querer se enquadrar.
“Entre Abelhas”, dessa forma, acaba ficando entre o popular e o alternativo, e não se encontrando em nenhum dos dois formatos, valendo apenas pelas ótimas interpretações e algumas situações hilárias, o que já vale para acompanhar a trama de cerca de 1h20 de duração.
NOTA 7,0
Brasil/2015
De Ian Sbf
Com Fábio Porchat, Irene Ravache, Marcos Veras, Luis Lobianco, Giovana Lancellotti
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt3765088/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia Dramática
Bruno é um jovem editor de filmes que está se divorciando de Regina e voltando a morar com a mãe. De repente, ele começa a parar de enxergar algumas pessoas.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, que tem premissa extremamente criativa, tenta apresentar ao público um gênero ainda pouco explorado no cinema brasileiro, o da comédia dramática. E para isso, o diretor do “Porta dos Fundos” Ian Sbf se junta a Fábio Porchat no roteiro e apresentam um enredo que mescla fantasia e com doses de humor vindos do elenco de coadjuvantes, com um Porchat bastante sério.
Tem preferência por algum nome na lata?
A trama sem dúvida é interessante e todo o elenco está muito bem, com destaque para as tiradas de Irene Ravache. As situações que o protagonista se mete por conta do misterioso sumiço das pessoas de sua visão também é conduzido de uma forma ao mesmo tempo dramática e engraçada e prende a atenção do espectador.
O problema do longa é tentar forçar a barra demais para parecer alternativo, inclusive em seu final abrupto demais e inconclusivo. O que vemos em cena é um protagonista atormentado com sua situação, mas não há elementos suficientes para discussões reflexivas ou camadas de profundidade que o filme parece cismar em querer se enquadrar.
“Entre Abelhas”, dessa forma, acaba ficando entre o popular e o alternativo, e não se encontrando em nenhum dos dois formatos, valendo apenas pelas ótimas interpretações e algumas situações hilárias, o que já vale para acompanhar a trama de cerca de 1h20 de duração.
NOTA 7,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA BRASILEIRO,
RESENHAS DE FILMES
quinta-feira, julho 09, 2015
UM POMBO POUSOU NO GALHO REFLETINDO A EXISTÊNCIA
(En Duva Satt pa en Gren och Funderade pa Tillvaron)
Suécia-Alemanha-Noruega-França/2014
De Roy Andersson (En Karlekshistoria, Canções do Segundo Andar, Vocês os Vivos)
Com Holger Andersson, Nils Westblom, Charlotta Larsson, Viktor Gyllenberg
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1883180/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia Dramática
Sam e Jonathan, dois vendedores infelizes, embarcam em uma série de episódios absurdos que refletem a existência humana.
Confira abaixo o trailer do filme:
Roy Andersson é uma espécie de “Terrence Malick sueco”. O cineasta tem poucos filmes e um longo hiato entre cada um deles. Além disso, suas tramas são para poucos, destituídas de elementos de entretenimento e supostamente abarrotando reflexões na tela.
Neste filme, ele apresenta a última parte da trilogia sobre o que é ser humano. Para o espectador, não importa muito ver os dois primeiros, pois a trama não tem uma continuidade de roteiro e sim de tema. Em 39 esquetes e 1h40 de duração, sob um título totalmente exótico, vemos em cada episódio um fragmento sobre a existência humana, do ponto de vista particular do diretor.
Ficamos felizes em poder mostrar nossos produtos!
Os únicos personagens que ligam cada um desses fragmentos, são a dupla depressiva de vendedores de artigos de diversão (leia-se dentadura de vampiro, saco de risadas e uma máscara). A ironia é exatamente o que se vê na tela: como esses sujeitos tristes podem vender alegria?
Na verdade, todos os personagens do longa apresentam-se com uma maquiagem intencionalmente pesada para talvez transparecer que são membros de uma sociedade morta. E através destes personagens e das situações absurdas que se põe na tela, há críticas ao sistema, análise do comportamento humano, dos relacionamentos interpessoais, guerra, escravidão, etc.
Apesar das reflexões terem múltiplas camadas, a condução do filme é extremamente monótona e requer uma paciência absurda do espectador. No final, parece que o espectador mais tem raiva de estar assistindo do que prestar atenção em detalhes importantes da trama. Afinal, mais importante que apresentar uma obra complexa e de muitas amadas reflexivas, é fazer com que haja uma motivação para acompanhar esses caminhos cinematográficos tão comumente tortuosos. E neste “O Pombo...” o que se vê é quase um filme-ambiente, daqueles que se põe na TV para que em um momento ou outro você “parar” assistindo um dos muitos episódios, e tal qual a página de um livro com frases reflexivas, você divagar sobre o que está vendo.
NOTA 1,5
Suécia-Alemanha-Noruega-França/2014
De Roy Andersson (En Karlekshistoria, Canções do Segundo Andar, Vocês os Vivos)
Com Holger Andersson, Nils Westblom, Charlotta Larsson, Viktor Gyllenberg
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1883180/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia Dramática
Sam e Jonathan, dois vendedores infelizes, embarcam em uma série de episódios absurdos que refletem a existência humana.
Confira abaixo o trailer do filme:
Roy Andersson é uma espécie de “Terrence Malick sueco”. O cineasta tem poucos filmes e um longo hiato entre cada um deles. Além disso, suas tramas são para poucos, destituídas de elementos de entretenimento e supostamente abarrotando reflexões na tela.
Neste filme, ele apresenta a última parte da trilogia sobre o que é ser humano. Para o espectador, não importa muito ver os dois primeiros, pois a trama não tem uma continuidade de roteiro e sim de tema. Em 39 esquetes e 1h40 de duração, sob um título totalmente exótico, vemos em cada episódio um fragmento sobre a existência humana, do ponto de vista particular do diretor.
Ficamos felizes em poder mostrar nossos produtos!
Os únicos personagens que ligam cada um desses fragmentos, são a dupla depressiva de vendedores de artigos de diversão (leia-se dentadura de vampiro, saco de risadas e uma máscara). A ironia é exatamente o que se vê na tela: como esses sujeitos tristes podem vender alegria?
Na verdade, todos os personagens do longa apresentam-se com uma maquiagem intencionalmente pesada para talvez transparecer que são membros de uma sociedade morta. E através destes personagens e das situações absurdas que se põe na tela, há críticas ao sistema, análise do comportamento humano, dos relacionamentos interpessoais, guerra, escravidão, etc.
Apesar das reflexões terem múltiplas camadas, a condução do filme é extremamente monótona e requer uma paciência absurda do espectador. No final, parece que o espectador mais tem raiva de estar assistindo do que prestar atenção em detalhes importantes da trama. Afinal, mais importante que apresentar uma obra complexa e de muitas amadas reflexivas, é fazer com que haja uma motivação para acompanhar esses caminhos cinematográficos tão comumente tortuosos. E neste “O Pombo...” o que se vê é quase um filme-ambiente, daqueles que se põe na TV para que em um momento ou outro você “parar” assistindo um dos muitos episódios, e tal qual a página de um livro com frases reflexivas, você divagar sobre o que está vendo.
NOTA 1,5
Marcadores:
-COMÉDIA,
2014,
CINEMA SUECO,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, julho 01, 2015
MEU PASSADO ME CONDENA: O FILME
(Meu Passado me Condena: o Filme)
Brasil/2013
De Julia Rezende (Ponte Aérea, Meu Passado me Condena 2)
Com Fábio Porchat, Miá Mello, Marcelo Valle, Inez Viana, Rafael Queiroga, Elke Maravilha, Stephan Nercessian
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt3034258/?ref_=fn_al_tt_2
Comédia
O imaturo e pão duro Fábio se casa com a pseudo-intelectual Miá. Os dois passam a lua de mel em um cruzeiro para a Europa. Só que dentro do mesmo navio, os dois encontram outro casal, um ex-namorado de Miá e uma colega de infância de Fábio.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme continua a já tradicional sequência de comédias românticas com forte apelo de público, tanto que ultrapassou os três milhões de espectadores. E ainda de quebra traz Fábio Porchat, que por si só, já é apelo para o público comparecer. O resultado que poderia ser outra trama genérica e sem graça, acaba por surpreender, estando acima da média das demais do gênero.
Estamos entre abelhas!
Ambientada em um cruzeiro e com belas locações em Salvador, Marrocos e Itália, a trama traz poucos personagens, acertadamente, e consegue mirar no quarteto de protagonistas, os dois casais cujo reencontro fará com que Fábio e Miá tenham crises de ciúmes que abalam o relacionamento dos dois em plena lua de mel.
A trama consegue estabelecer personalidade forte aos quatro personagens e ainda trazer dois coadjuvantes golpistas que rendem bons momentos. As piadas podem soar ora superficiais ora hilárias, causando uma instabilidade na história, mas em geral é um bom passatempo, que devido à grande bilheteria, conseguiu uma sequência que estreia esse mês ainda nos cinemas.
NOTA 7,0
Brasil/2013
De Julia Rezende (Ponte Aérea, Meu Passado me Condena 2)
Com Fábio Porchat, Miá Mello, Marcelo Valle, Inez Viana, Rafael Queiroga, Elke Maravilha, Stephan Nercessian
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt3034258/?ref_=fn_al_tt_2
Comédia
O imaturo e pão duro Fábio se casa com a pseudo-intelectual Miá. Os dois passam a lua de mel em um cruzeiro para a Europa. Só que dentro do mesmo navio, os dois encontram outro casal, um ex-namorado de Miá e uma colega de infância de Fábio.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme continua a já tradicional sequência de comédias românticas com forte apelo de público, tanto que ultrapassou os três milhões de espectadores. E ainda de quebra traz Fábio Porchat, que por si só, já é apelo para o público comparecer. O resultado que poderia ser outra trama genérica e sem graça, acaba por surpreender, estando acima da média das demais do gênero.
Estamos entre abelhas!
Ambientada em um cruzeiro e com belas locações em Salvador, Marrocos e Itália, a trama traz poucos personagens, acertadamente, e consegue mirar no quarteto de protagonistas, os dois casais cujo reencontro fará com que Fábio e Miá tenham crises de ciúmes que abalam o relacionamento dos dois em plena lua de mel.
A trama consegue estabelecer personalidade forte aos quatro personagens e ainda trazer dois coadjuvantes golpistas que rendem bons momentos. As piadas podem soar ora superficiais ora hilárias, causando uma instabilidade na história, mas em geral é um bom passatempo, que devido à grande bilheteria, conseguiu uma sequência que estreia esse mês ainda nos cinemas.
NOTA 7,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2013,
CINEMA BRASILEIRO,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, junho 03, 2015
MAPAS PARA AS ESTRELAS
(Maps to the Stars)
Canadá-Alemanha-França-EUA/2014
De David Cronenberg (A Mosca, Scanners – Sua Mente pode Destruir, Marcas da Violência, Senhores do Crime, Um Método Perigoso, Cosmópolis)
Com Julianne Moore, Mia Wasikowska, John Cusack, Evan Bird, Olivia Williams, Robert Pattinson, Carrie Fisher
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2172584/?ref_=fn_al_tt_2
Comédia Dramática
Uma viagem pelo coração de Hollywood, tendo como ponto de partida a chegada de Agatha, que passa a trabalhar com a perturbada Havana e se interessa pelo motorista Jerome. Além disso, seus laços em Hollywood são extremamente familiares.
Confira abaixo o trailer do filme:
O novo filme do excêntrico diretor canadense busca apresentar um painel da cidade mais cinematográfica do mundo, onde as mansões se misturam com pessoas desequilibradas e com uma noção de mundo diferente das outras.
A trama mostra principalmente o cotidiano de dois personagens: a atriz interpretada por Julianne Moore, que tem traumas de infância relacionados à mãe e está em busca de um papel que foi justamente da mãe em uma refilmagem; e um ator mirim, que apesar da pouca idade, só parece querer saber de sexo e drogas, além de não tolerar outros atores que roubem a cena dele.
Você parece estar no país das maravilhas!
O filme acaba por não decolar, pois se resume a mostrar um cenário decadente, porém sem um roteiro muito coeso ou elucidativo para o espectador. O que se vê em cena são apenas boas interpretações, com destaque especial para Julianne Moore (indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz pelo personagem), porém em uma história monótona e sem chegar a lugar algum.
“Mapas para as Estrelas” parece destacar mais o tema do que o roteiro, ao contrário de algumas obras sensacionais de Cronenberg, como “Marcas da Violência”. Suas características principais, como a trilha sonora claustrofóbica e o estudo dos instintos humanos, continuam pontuando a trama. Porém, pelo visto, faltou desenvolver um pouco melhor o tema para que o roteiro ficasse mais convidativo para o espectador.
NOTA 5,5
Canadá-Alemanha-França-EUA/2014
De David Cronenberg (A Mosca, Scanners – Sua Mente pode Destruir, Marcas da Violência, Senhores do Crime, Um Método Perigoso, Cosmópolis)
Com Julianne Moore, Mia Wasikowska, John Cusack, Evan Bird, Olivia Williams, Robert Pattinson, Carrie Fisher
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2172584/?ref_=fn_al_tt_2
Comédia Dramática
Uma viagem pelo coração de Hollywood, tendo como ponto de partida a chegada de Agatha, que passa a trabalhar com a perturbada Havana e se interessa pelo motorista Jerome. Além disso, seus laços em Hollywood são extremamente familiares.
Confira abaixo o trailer do filme:
O novo filme do excêntrico diretor canadense busca apresentar um painel da cidade mais cinematográfica do mundo, onde as mansões se misturam com pessoas desequilibradas e com uma noção de mundo diferente das outras.
A trama mostra principalmente o cotidiano de dois personagens: a atriz interpretada por Julianne Moore, que tem traumas de infância relacionados à mãe e está em busca de um papel que foi justamente da mãe em uma refilmagem; e um ator mirim, que apesar da pouca idade, só parece querer saber de sexo e drogas, além de não tolerar outros atores que roubem a cena dele.
Você parece estar no país das maravilhas!
O filme acaba por não decolar, pois se resume a mostrar um cenário decadente, porém sem um roteiro muito coeso ou elucidativo para o espectador. O que se vê em cena são apenas boas interpretações, com destaque especial para Julianne Moore (indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz pelo personagem), porém em uma história monótona e sem chegar a lugar algum.
“Mapas para as Estrelas” parece destacar mais o tema do que o roteiro, ao contrário de algumas obras sensacionais de Cronenberg, como “Marcas da Violência”. Suas características principais, como a trilha sonora claustrofóbica e o estudo dos instintos humanos, continuam pontuando a trama. Porém, pelo visto, faltou desenvolver um pouco melhor o tema para que o roteiro ficasse mais convidativo para o espectador.
NOTA 5,5
Marcadores:
-COMÉDIA,
2014,
CINEMA CANADENSE,
RESENHAS DE FILMES
segunda-feira, junho 01, 2015
O EXÓTICO HOTEL MARIGOLD 2
(The Second Best Exotic Marigold Hotel)
Reino Unido-EUA/2015
De John Madden (Sua Majestade Mr. Brown, Shakeaspeare Apaixonado, O Capitão Corelli, A Prova, O Exótico Hotel Marigold)
Com Dev Patel, Judi Dench, Maggie Smith, Bill Nighy, David Strathairn, Richard Gere, Celia Imrie, Ronald Pickup
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2555736/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Sonny quer expandir o seu empreendimento para um segundo hotel, porém vai ter que lidar com uma inspeção, além dos preparativos de seu casamento.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, grande sucesso de público e crítica em 2011, ganhou essa sequência com praticamente todo o elenco de volta. Dessa vez, a história é mais centrada no indiano Sonny, com sua personalidade hiperativa e sempre otimista, enquanto os hóspedes ingleses (centro das atenções no primeiro filme) fazem um ótimo elenco de apoio.
Lá se foi o tempo de Piratas do Caribe e 007...
A trama continua apostando nas características de cada personagem que compõem um painel da terceira idade bastante ativa, cheia de relacionamentos profissionais e afetivos. Os dilemas e os conflitos do grupo são descritos com muito bom humor, segurados por um elenco que já provou ser impecável, recheado com o típico humor inglês.
A história gira em torno da vinda de um inspetor de hotéis que possibilitará a expansão do empreendimento dos sonhos de Sonny. Só que o indiano, interpretado por Dev Patel, tem outras preocupações além dessa. A trama não tem o mesmo fôlego do primeiro filme, mas ainda conserva momentos hilários e a participação especial de Richard Gere.
NOTA 8,0
Reino Unido-EUA/2015
De John Madden (Sua Majestade Mr. Brown, Shakeaspeare Apaixonado, O Capitão Corelli, A Prova, O Exótico Hotel Marigold)
Com Dev Patel, Judi Dench, Maggie Smith, Bill Nighy, David Strathairn, Richard Gere, Celia Imrie, Ronald Pickup
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2555736/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Sonny quer expandir o seu empreendimento para um segundo hotel, porém vai ter que lidar com uma inspeção, além dos preparativos de seu casamento.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, grande sucesso de público e crítica em 2011, ganhou essa sequência com praticamente todo o elenco de volta. Dessa vez, a história é mais centrada no indiano Sonny, com sua personalidade hiperativa e sempre otimista, enquanto os hóspedes ingleses (centro das atenções no primeiro filme) fazem um ótimo elenco de apoio.
Lá se foi o tempo de Piratas do Caribe e 007...
A trama continua apostando nas características de cada personagem que compõem um painel da terceira idade bastante ativa, cheia de relacionamentos profissionais e afetivos. Os dilemas e os conflitos do grupo são descritos com muito bom humor, segurados por um elenco que já provou ser impecável, recheado com o típico humor inglês.
A história gira em torno da vinda de um inspetor de hotéis que possibilitará a expansão do empreendimento dos sonhos de Sonny. Só que o indiano, interpretado por Dev Patel, tem outras preocupações além dessa. A trama não tem o mesmo fôlego do primeiro filme, mas ainda conserva momentos hilários e a participação especial de Richard Gere.
NOTA 8,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA INGLÊS,
RESENHAS DE FILMES
quinta-feira, abril 09, 2015
GOLPE DUPLO
(Focus)
EUA/2015
De Glenn Ficarra e John Requa (O Golpista do Ano, Amor a toda Prova)
Com Will Smith, Margot Robbie, Rodrigo Santoro, Gerald McRaney
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2381941/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Nicky é um golpista que aceita fazer um acordo com um milionário do ramo automobilístico. Porém, o reencontro com uma mulher de seu passado pode complicar todos os seus planos.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme é a tentativa de Will Smith se reerguer depois de alguns fracassos de bilheteria. Desta vez, a trama envereda pela comédia, mostrando os diversos truques que o protagonista exerce perante os desafios que encontra pela frente. Além disso, o espectador sempre fica na dúvida sobre qual personagem está realizando ou não um determinado golpe.
Estou à procura da felicidade!
A história apresenta a dúbia personalidade dos dois personagens principais, interpretados por Will Smith e Margot Robbie. Em um primeiro momento, eles estão juntos em um golpe, depois de um conhecer o outro e ela ficar a par de todas as atividades de Nicky. A trama então apresenta um segundo momento no qual entra o personagem de Rodrigo Santoro como um contratador dos serviços de Nicky.
A trama sem dúvida é bastante curiosa e faz com que o espectador fique intrigado até o final, para ter certeza de quem está enganando quem. Porém, se perde um pouco na condução da história, apresentando mais truques curiosos com personagens pouco trabalhados ao invés de se aprofundar na relação entre os personagens principais.
NOTA 7,0
EUA/2015
De Glenn Ficarra e John Requa (O Golpista do Ano, Amor a toda Prova)
Com Will Smith, Margot Robbie, Rodrigo Santoro, Gerald McRaney
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2381941/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Nicky é um golpista que aceita fazer um acordo com um milionário do ramo automobilístico. Porém, o reencontro com uma mulher de seu passado pode complicar todos os seus planos.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme é a tentativa de Will Smith se reerguer depois de alguns fracassos de bilheteria. Desta vez, a trama envereda pela comédia, mostrando os diversos truques que o protagonista exerce perante os desafios que encontra pela frente. Além disso, o espectador sempre fica na dúvida sobre qual personagem está realizando ou não um determinado golpe.
Estou à procura da felicidade!
A história apresenta a dúbia personalidade dos dois personagens principais, interpretados por Will Smith e Margot Robbie. Em um primeiro momento, eles estão juntos em um golpe, depois de um conhecer o outro e ela ficar a par de todas as atividades de Nicky. A trama então apresenta um segundo momento no qual entra o personagem de Rodrigo Santoro como um contratador dos serviços de Nicky.
A trama sem dúvida é bastante curiosa e faz com que o espectador fique intrigado até o final, para ter certeza de quem está enganando quem. Porém, se perde um pouco na condução da história, apresentando mais truques curiosos com personagens pouco trabalhados ao invés de se aprofundar na relação entre os personagens principais.
NOTA 7,0
Marcadores:
-COMÉDIA,
2015,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, março 18, 2015
PRIDE
(Pride)
Reino Unido - França/2014
De Matthew Warchus (Simpatico)
Com Bill Nighy, Imelda Staunton, Dominic West, Joshua Hill, George MacKay
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt3169706/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Um grupo de ativistas gays resolvem apoiar o Sindicato dos Mineiros durante uma histórica greve da categoria no verão de 1984.
Confira abaixo o trailer do filme:
Baseada em fatos reais, o filme britânico acaba por mostrar dois importantes eventos durante a década de 80 na Inglaterra, chefiada a duras mãos por Margareth Tatcher. E a interação entre esses dois grupos supostamente antagônicos dá o tom de comédia à história.
Será que a Meryl Streep vai acabar cedendo todos os direitos?
Capitaneada por um talentoso elenco, incluindo alguns medalhões do cinema inglês como Bill Nighy (O Exótico Hotel Marigold) e Imelda Staunton (Harry Potter), o filme à medida que apresenta as situações engraçadas da união entre os ativistas gays e os grevistas mineiros de uma pequena cidade, vai mostrando que ambos tem uma missão parecida a cumprir: ter seus direitos reconhecidos pelo governo.
Os conflitos gerais acabam trazendo junto os dilemas individuais, tanto de um grupo quanto de outro. O espectador acompanha o garoto que viaja escondido da família juntamente com os amigos e vai descobrindo cada vez mais sua sexualidade, e por outro lado, vemos os sisudos mineiros se soltarem mais com a presença dos forasteiros em sua cidade.
“Pride”, indicada ao Globo de Ouro de melhor filme de Comédia, é um dos melhores filmes britânicos de 2014 e traz uma história empolgante, engraçada e até mesmo reflexiva de uma época em que as manifestações enfrentavam uma dura repressão do governo britânico.
NOTA 8,5
Reino Unido - França/2014
De Matthew Warchus (Simpatico)
Com Bill Nighy, Imelda Staunton, Dominic West, Joshua Hill, George MacKay
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt3169706/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Um grupo de ativistas gays resolvem apoiar o Sindicato dos Mineiros durante uma histórica greve da categoria no verão de 1984.
Confira abaixo o trailer do filme:
Baseada em fatos reais, o filme britânico acaba por mostrar dois importantes eventos durante a década de 80 na Inglaterra, chefiada a duras mãos por Margareth Tatcher. E a interação entre esses dois grupos supostamente antagônicos dá o tom de comédia à história.
Será que a Meryl Streep vai acabar cedendo todos os direitos?
Capitaneada por um talentoso elenco, incluindo alguns medalhões do cinema inglês como Bill Nighy (O Exótico Hotel Marigold) e Imelda Staunton (Harry Potter), o filme à medida que apresenta as situações engraçadas da união entre os ativistas gays e os grevistas mineiros de uma pequena cidade, vai mostrando que ambos tem uma missão parecida a cumprir: ter seus direitos reconhecidos pelo governo.
Os conflitos gerais acabam trazendo junto os dilemas individuais, tanto de um grupo quanto de outro. O espectador acompanha o garoto que viaja escondido da família juntamente com os amigos e vai descobrindo cada vez mais sua sexualidade, e por outro lado, vemos os sisudos mineiros se soltarem mais com a presença dos forasteiros em sua cidade.
“Pride”, indicada ao Globo de Ouro de melhor filme de Comédia, é um dos melhores filmes britânicos de 2014 e traz uma história empolgante, engraçada e até mesmo reflexiva de uma época em que as manifestações enfrentavam uma dura repressão do governo britânico.
NOTA 8,5
Marcadores:
-COMÉDIA,
2014,
CINEMA INGLÊS,
RESENHAS DE FILMES
quarta-feira, março 04, 2015
UM SANTO VIZINHO
(St. Vincent)
EUA/2014
De Theodore Melfi
Com Bill Murray, Melissa McCarthy, Naomi Watts, Terrence Howard
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2170593/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Um garoto, cujos pais são divorciados, vai morar em uma casa vizinha a um sujeito beberrão, mal humorado e com vários vícios e dívidas. Aos poucos, os dois vão ficando amigos.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia e Melhor Ator para Bill Murray, é uma história não muito original, mas bem interessante de se acompanhar, principalmente pelas atuações de Bill Murray e Naomi Watts, que defendem personagens bem construídos e complexos.
Somos os caça-fantasmas!
A história mostra Vincent, nas cenas iniciais, como um sujeito totalmente alheio à sociedade, que parece não ter chance nenhuma de retomar uma vida decente e de quebra, abusa quando pode do desrespeito às pessoas ao seu redor. Seu convívio frequente com a prostituta vivida por Naomi Watts é bastante questionável.
A chegada da nova vizinha (Melissa McCarthy, de Missão Madrinha de Casamento) e seu filho parece um conflito existente em outro filme recente, “Um Amor de Vizinha”, com Michael Douglas e Diane Keaton. Porém, aqui o garoto que apanha no colégio e o velho que parece não ter mais esperanças de uma nova vida é muito mais profundo, rendendo cenas naturalmente engraçadas.
“Um Santo Vizinho” vai perdendo o fôlego ao longo da trama, mas consegue divertir e até mesmo emocionar graças a força de seus personagens, mais do que a história em si.
NOTA 7,5
EUA/2014
De Theodore Melfi
Com Bill Murray, Melissa McCarthy, Naomi Watts, Terrence Howard
Perfil no IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2170593/?ref_=fn_al_tt_1
Comédia
Um garoto, cujos pais são divorciados, vai morar em uma casa vizinha a um sujeito beberrão, mal humorado e com vários vícios e dívidas. Aos poucos, os dois vão ficando amigos.
Confira abaixo o trailer do filme:
O filme, indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia e Melhor Ator para Bill Murray, é uma história não muito original, mas bem interessante de se acompanhar, principalmente pelas atuações de Bill Murray e Naomi Watts, que defendem personagens bem construídos e complexos.
Somos os caça-fantasmas!
A história mostra Vincent, nas cenas iniciais, como um sujeito totalmente alheio à sociedade, que parece não ter chance nenhuma de retomar uma vida decente e de quebra, abusa quando pode do desrespeito às pessoas ao seu redor. Seu convívio frequente com a prostituta vivida por Naomi Watts é bastante questionável.
A chegada da nova vizinha (Melissa McCarthy, de Missão Madrinha de Casamento) e seu filho parece um conflito existente em outro filme recente, “Um Amor de Vizinha”, com Michael Douglas e Diane Keaton. Porém, aqui o garoto que apanha no colégio e o velho que parece não ter mais esperanças de uma nova vida é muito mais profundo, rendendo cenas naturalmente engraçadas.
“Um Santo Vizinho” vai perdendo o fôlego ao longo da trama, mas consegue divertir e até mesmo emocionar graças a força de seus personagens, mais do que a história em si.
NOTA 7,5
Marcadores:
-COMÉDIA,
2014,
CINEMA AMERICANO,
RESENHAS DE FILMES
Assinar:
Postagens (Atom)










































